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Para Conmebol a garrafada no ônibus do Boca foi uma verdadeira goleada.

A final mais importante da história moderna da Libertadores entre Boca x River tinha tudo para ser para nós torcedores amantes do futebol o maior evento futebolístico dos últimos anos, depois claro da ascensão quase meteórica e dentro de campo do CSA de Alagoas que subiu 4 divisões em 4 anos.

Essa final histórica, se transformou em um vexame mundial depois de hinchas do River Plate acertarem algumas garrafas no ônibus do Boca Juniors e jogar uma bomba de gás lacrimogêneo (?) por uma dessas janelas que atingiu alguns jogadores, os deixando feridos e abalados emocionalmente.

Por ineficiência ou puro desejo de ver o circo pegar fogo com objetivos bastante claros, podemos ver nas imagens que o ônibus do Boca passa quase no meio da torcida do River.

Em qualquer lugar do mundo, sabendo do tamanho dessa rivalidade, da importância do jogo, do histórico das torcidas e da crise econômica e política que a Argentina vive, a segurança devia ser no mínimo impecável, isolando a área, colocando barreiras de policiais e etc…

Sabemos que isso não foi feito e a vergonha portenha foi transmitida ao vivo para todo o mundo. Mostrando a toda a selvageria dos torcedores argentinos, a falta de classe que esse torneio falido que tanto emociona os saudosistas, mas que envergonha o futebol classudo praticado no seu primo rico, a Champions League.

Bem… ontem jogaram um molotov na torcida do Ajax antes de uma partida da Champi… deixa para lá.

Com o galinheiro pavoroso, a partida foi adiada 3 vezes, reuniões entre presidentes da Conmebol, Fifa, clubes, fotos de jogadores feridos, um silêncio sepulcral dos jogadores do River, torcida puta da vida e por fim ontem foi levantada a possibilidade quase fechada de fazer o jogo no Qatar.

Apesar de vergonhoso para a entidade, esse episódio foi um prato cheio para a Conmebol conseguir internacionalizar e terminar de elitizar o futebol sul americano. Desejo grande da entidade, que nunca pensou nos interesses dos seus torcedores e clubes.

A Libertadores é um torneio tradicional, não apenas pelo seu tamanho, mas por sua rivalidade e por elevar o nosso sentimento de “somos sudamerica” através do futebol.

Para a Conmebol não  interessa o sucesso de um jogo como esse na Argentina, correndo tudo bem faz cair por terra a ideia estúpida de levar a final do torneio a campo neutro, assim como acontece na Champions, pasteurizando a torcida e o esporte como força motriz de mudança política e social.

Ela ignora todo o caos social que nossos países vivem e a crise econômica que consequentemente vai impedir torcedores de poderem vibrar com o seu time levantando a taça dentro do maior torneio do futebol mundial no estádio.

Mauricio Macri, Conmebol, FIFA e AFA, lá puta que te parió!

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